Sem foro privilegiado, Lula será denunciado pelo juiz de plantão.
PGR enviará representação contra Lula para a primeira instância
A
assessoria da PGR informou que, como Lula não possui mais foro
privilegiado, o procurador-geral da República irá encaminhar o
requerimento dos partidos de oposição para a primeira instância. Se Lula
ainda fosse presidente, e, portanto, tivesse prerrogativa de foro, o
procurador-geral teria a incumbência de analisar o caso.
De acordo com a
assessoria da PGR, o dispositivo deverá ser enviado para o procurador
da República no Distrito Federal Rogério Leite Chaves, na medida em que o
suposto ilícito teria ocorrido em sua jurisdição.
Segundo a reportagem
da revista "Veja", Lula teria oferecido “blindagem” a Mendes na CPI do
Cachoeira em troca do adiamento do julgamento dos 38 réus do mensalão. O
encontro - confirmado pelos três - ocorreu no escritório do ex-ministro
Nelson Jobim, em Brasília.
Ainda que Mendes tenha direito ao foro
privilegiado por ser ministro da Suprema Corte, a prerrogativa não se
aplicaria ao caso, explicou a PGR, em razão de o alvo da requisição ter
sido Lula.
O documento endereçado a Gurgel por parlamentares de PSDB,
DEM, PPS e PSOL tem como alvo somente o ex-presidente. Os partidos
oposicionistas argumentam que Lula teria cometido tráfico de influência,
corrupção ativa e coação.
PT: R$ 50 milhões de empresas “companheiras”
Assim
como a “Folha”, o jornal “O Globo” divulgou reportagem em que analisa
as contas do PT no ano de 2011, e revela que, para acabar com o déficit
de R$ 44,5 milhões que registrou em 2010, a legenda partiu para uma
ofensiva sobre grandes empresas, a maior parte delas com negócios
milionários com o governo federal. Amealhando R$ 50 milhões em doações
destas empresas, o PT ainda ficou no vermelho, mas reduziu a dívida para
R$ 6,4 milhões. O senador Alvaro Dias, ouvido por “O Globo”, afirmou
que o valor representa uma afronta à pobreza nacional. “É um prenúncio
de imoralidade, pois não há como não estabelecer uma relação de
promiscuidade nessa generosidade”, disse o senador, que ainda levantou
suspeita sobre o anúncio do pagamento da dívida do Banco Rural:
“fizeram isso justo quando o procurador-geral afirma que os empréstimos
foram operações contábeis fictícias para acobertar o desvio de dinheiro
público. Na véspera do julgamento do mensalão, o PT vale-se de doações
generosas a pretexto de saldar uma dívida que, segundo a PGR, não
existiu. Fica a hipótese de lavagem de dinheiro”. (Postado por Eduardo
Mota – assessoria de imprensa) Blog do Alvaro Dias
A testemunha de defesa é prova do crime

Deputado federal, Nelson Jobim infiltrou no texto da Constituição de 1988 dois
artigos que não foram submetidos à votação no plenário. Jamais revelou
seu conteúdo. Ministro do STF, criou uma pastoral da bandidagem para
distribuir pilhas de habeas corpus preventivos que garantiram a
impunidade de mensaleiros amigos. Continua a protegê-los, informou o
encontro que Jobim agendou entre Lula e Gilmar Mendes. Ministro da
Defesa, premiou com o emprego de “assessor especial” o companheiro José
Genoíno, metido até o pescoço no escândalo do mensalão.
Essa
notável folha corrida foi inaugurada com o caso do sino da Faculdade de
Direito, narrado na reportagem de Bruno Abbud na seção O País quer Saber.
O estudante Nelson Jobim foi um dos integrantes do grupo que furtou o
sino. E até hoje se recusa a devolver o produto do roubo, que repousou
por 12 meses num armário do Supremo Tribunal Federal quando o
participante da ação criminosa usava toga.
Para
escapar da acusação de atropelar a lei para chantagear ministros do
STF, Lula invoca a palavra de Jobim. Uma testemunha de defesa dessa
categoria merece ser incluída entre as provas do crime.
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