terça-feira, 29 de maio de 2012

Sem foro privilegiado, Lula será denunciado pelo juiz de plantão.

Sem foro privilegiado, Lula será denunciado pelo juiz de plantão.


PGR enviará representação contra Lula para a primeira instância

A assessoria da PGR informou que, como Lula não possui mais foro privilegiado, o procurador-geral da República irá encaminhar o requerimento dos partidos de oposição para a primeira instância. Se Lula ainda fosse presidente, e, portanto, tivesse prerrogativa de foro, o procurador-geral teria a incumbência de analisar o caso.

De acordo com a assessoria da PGR, o dispositivo deverá ser enviado para o procurador da República no Distrito Federal Rogério Leite Chaves, na medida em que o suposto ilícito teria ocorrido em sua jurisdição.

Segundo a reportagem da revista "Veja", Lula teria oferecido “blindagem” a Mendes na CPI do Cachoeira em troca do adiamento do julgamento dos 38 réus do mensalão. O encontro - confirmado pelos três - ocorreu no escritório do ex-ministro Nelson Jobim, em Brasília.

Ainda que Mendes tenha direito ao foro privilegiado por ser ministro da Suprema Corte, a prerrogativa não se aplicaria ao caso, explicou a PGR, em razão de o alvo da requisição ter sido Lula.

O documento endereçado a Gurgel por parlamentares de PSDB, DEM, PPS e PSOL tem como alvo somente o ex-presidente. Os partidos oposicionistas argumentam que Lula teria cometido tráfico de influência, corrupção ativa e coação.

PT: R$ 50 milhões de empresas “companheiras”


Assim como a “Folha”, o jornal “O Globo” divulgou reportagem em que analisa as contas do PT no ano de 2011, e revela que, para acabar com o déficit de R$ 44,5 milhões que registrou em 2010, a legenda partiu para uma ofensiva sobre grandes empresas, a maior parte delas com negócios milionários com o governo federal. Amealhando R$ 50 milhões em doações destas empresas, o PT ainda ficou no vermelho, mas reduziu a dívida para R$ 6,4 milhões. O senador Alvaro Dias, ouvido por “O Globo”, afirmou que o valor representa uma afronta à pobreza nacional. “É um prenúncio de imoralidade, pois não há como não estabelecer uma relação de promiscuidade nessa generosidade”, disse o senador, que ainda levantou suspeita sobre o anúncio do pagamento da dívida do Banco Rural: “fizeram isso justo quando o procurador-geral afirma que os empréstimos foram operações contábeis fictícias para acobertar o desvio de dinheiro público. Na véspera do julgamento do mensalão, o PT vale-se de doações generosas a pretexto de saldar uma dívida que, segundo a PGR, não existiu. Fica a hipótese de lavagem de dinheiro”. (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa) Blog do Alvaro Dias


A testemunha de defesa é prova do crime



Deputado federal, Nelson Jobim infiltrou no texto da Constituição de 1988 dois artigos que não foram submetidos à votação no plenário. Jamais revelou seu conteúdo. Ministro do STF, criou uma pastoral da bandidagem para distribuir pilhas de habeas corpus preventivos que garantiram a impunidade de mensaleiros amigos. Continua a protegê-los, informou o encontro que Jobim agendou entre Lula e Gilmar Mendes. Ministro da Defesa, premiou com o emprego de “assessor especial” o companheiro José Genoíno, metido até o pescoço no escândalo do mensalão.
Essa notável folha corrida foi inaugurada com o caso do sino da Faculdade de Direito, narrado na reportagem de Bruno Abbud na seção O País quer Saber. O estudante Nelson Jobim foi um dos integrantes do grupo que furtou o sino. E até hoje se recusa a devolver o produto do roubo, que repousou por 12 meses num armário do Supremo Tribunal Federal quando o participante da ação criminosa usava toga.
Para escapar da acusação de atropelar a lei para chantagear ministros do STF, Lula invoca a palavra de Jobim. Uma testemunha de defesa dessa categoria merece ser incluída entre as provas do crime.
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