Akhenaton ou Amenófis IV, faraó egípcio (1350 a.C.-1334 a.C.), também chamado Neferkheperure, Aknaton ou Amenhotep IV. Akhenaton era filho de Amenófis III e da imperatriz Tiy e marido de Nefertiti.
Quando criança foi escondido pelos pais, não se sabe se por ter algum defeito ou doença. Nunca aparecia em público ou nas esculturas reais. Isso talvez explique como foi estranhamente retratado quando faraó.
Akhenaton foi o último soberano da XVIII dinastia do Império Novo e se destacou por identificar-se com Aton, deus solar, aceitando-o como único criador do universo. Alguns eruditos consideram-no o primeiro monoteísta. Depois de instituir a nova religião, mudou seu nome de Amenófis IV para Akhenaton, que significa “Aton está satisfeito”. Mudou a capital de Tebas para Akhenaton, na atual localização de Tell al-Amama, dedicando-a a Aton, e ordenou a destruição de todos os resquícios da religião politeísta de seus ancestrais. Essa revolução religiosa determinou transformações no trabalho dos artistas egípcios e, também, no desenvolvimento de uma nova literatura religiosa. Entretanto, essas mudanças não continuaram após a morte de Akhenaton. Seu genro, Tutankhamen, restaurou a antiga religião politeísta e a arte egípcia uma vez mais foi sacralizada.
Copiado de: http://arquivom.wordpress.com/2008/11/10/akenathon-nefertiti
Continua amanhã.
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